Clap Your Hands Say Yeah

28Oct05


Este será o tema do reveillon deste ano. Quatro anos aqui, quatro histórias diferentes.

Já teve o clássico – e horrível – reveillon na Times Square, com o Christopher Reeve apertando o botão para a bolinha cair (alguém lembra disso?); reveillon trancada em casa chorando; reveillon no Rockefeller Center, com show de Maroon 5 (ugh!); e aquele com a volta de barco ao redor da ilha de Manhattan, quatro horas + jantar, um tédio só.

Ano passado teve show do Wilco no MSG no dia 31. Perdi. Me odeio por isso. Este ano vai ter show do Clap Your Hands Say Yeah, no Irving Plaza. Não perco, de forma alguma.

A festa deste ano tem que ser um show. Indie rock marcou minha vida em 2005 mais do que em qualquer outro ano. E é uma forma diferente de passar o reveillon. Clap Your Hands Say Yeah não poderia ser mais perfeito. A banda é super-up, divertida, com letras engraçadas. Com certeza será uma festa animada. E eu estarei passando a última noite do ano da forma que eu mais gosto, assistindo live performance de uma banda deliciosa.

Agora preciso convencer o maior número de pessoas queridas possível. Trabalho difícil.

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Clap Your Hands Say Yeah – cinco músicos do Brooklyn, um cd delicoso. Chegaram a ser comparados com Wilco (ok, já é demais…), Talking Heads, Neutral Milk Hotel e Arcade Fire.

Indie rock cheio de melodias, com letras divertidas, doces. Realmente me lembra de Arcade Fire em alguns momentos, em outros Alec Ounswort – vocal extremamente weird, arrastado me trás Modest Mouse à cabeça.

Ainda estou na fase de escutar e re-escutar o CD, mas já me apaoxonei.

“Their debut album, self-released and self-distributed, makes the case for how truly indie rock can still be vital and surprising. It gives listeners like us here at Independent Study one more reason to hold out hope for the bands that can still spring up from the cracks of what can sometimes seem like a paved-over musical landscape.

(…)

Their toy piano meanderings and harmonica huffs wrap their songs up in an earthy homemade hug. It all feels real and meaningful. It sounds immediate and sounds of our time. I want it to stay that way. I don’t want it to sell me anything.”



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